Telefone Thiesen Odontologia (48) 3024-2008 Endereço Thiesen Odontologia Av. Madre Benvenuta, 1285 • Santa Monica, Florianópolis - SC
Horário de atendimento Seg - Sex: 8h às 18h
Thiesen Odontologia
  • Clínica
  • Equipe
  • Especialidades
  • Serviços
  • Fale conosco
  • Conteúdos
    • Blog Materiais Gratuitos
Thiesen Odontologia
  • Clínica
  • Equipe
  • Especialidades
  • Serviços
  • Fale conosco
  • Materiais Gratuitos
  • Blog
Primeira consulta ao ortodontista: quando levar seu filho

Primeira consulta ao ortodontista: quando levar seu filho

Primeira consulta ao ortodontista: quando levar seu filho

Resposta rápida: a recomendação dos ortodontistas é que a primeira consulta ortodontista criança aconteça por volta dos 6 aos 7 anos, quando começam a nascer os primeiros dentes permanentes. Ir cedo quase nunca significa colocar aparelho na hora. Na maioria dos casos, o ortodontista só acompanha o crescimento e escolhe o melhor momento de agir, se for preciso agir.

Toda mãe já ouviu de alguém que “aparelho é coisa de adolescente”. A ideia faz sentido na memória de quem cresceu assim, mas a odontologia mudou.

Hoje o momento de olhar para a mordida de uma criança é bem antes, ainda na troca dos dentes de leite. E não porque toda criança vá precisar de tratamento. É que os melhores resultados aparecem quando o profissional consegue observar o rosto e a boca ainda em formação. 

Neste texto você vai entender a idade certa para a primeira consulta ortodontista criança, os sinais que pedem atenção antes mesmo dessa idade, e por que julho virou o mês do assunto no Brasil.

Qual a idade certa para a primeira consulta ortodontista criança

A referência mais usada no mundo vem da Associação Americana de Ortodontia (AAO), que recomenda a primeira avaliação com o ortodontista até os 7 anos de idade. No Brasil, a maioria dos profissionais trabalha com uma janela um pouco mais larga, dos 5 aos 6 anos, quando nasce o primeiro molar permanente lá no fundo da boca.

Por que essa fase e não mais tarde? Nessa idade a criança tem uma mistura de dentes de leite e dentes permanentes. Essa mistura é uma espécie de mapa. O ortodontista consegue enxergar como a mordida está se formando, se há espaço suficiente para os dentes que ainda vão nascer, e como os ossos do rosto estão crescendo. 

Corrigir um desvio enquanto o osso ainda cresce costuma ser mais simples e mais rápido do que resolver a mesma coisa num adulto, quando o crescimento já parou.

Uma coisa importante: essa idade é uma referência, não uma regra rígida. Se você notar algo diferente antes disso, não precisa esperar a criança completar 7 anos. A própria AAO orienta procurar o ortodontista assim que algo parecer fora do lugar.

Ir cedo não quer dizer colocar aparelho na hora

Esse é o medo que mais trava os pais, e vale desarmar logo. Levar a criança ao ortodontista aos 6 ou 7 anos não significa que ela vai sair do consultório de aparelho. Na maior parte dos casos, a primeira consulta termina só com acompanhamento. O profissional observa, anota, pede o retorno em seis meses ou um ano, e espera o momento certo.

Quando existe tratamento, ele costuma vir mais tarde, por volta dos 10-12 anos, com todos (ou quase todos) os dentes permanentes já no lugar. A avaliação precoce serve para uma coisa: intervir mais cedo se o problema for grave demais, ou  também não perder a janela de oportunidade de tratamento na época correta. 

Alguns problemas de osso e de espaço só têm correção fácil enquanto a criança cresce. Depois, viram casos mais longos, às vezes com extração de dentes ou cirurgia. Chegar cedo é o que evita esse caminho mais duro.

Sinais de alerta que os pais notam em casa

Você não precisa ser dentista para perceber quando algo merece uma olhada profissional. A tabela abaixo cruza o que dá pra ver em casa com o que o ortodontista investiga em cada situação.

O que você nota em casaO que o ortodontista avalia
Criança ainda chupa dedo ou chupeta depois dos 3-4 anosImpacto do hábito na arcada e na mordida aberta
Dorme de boca aberta, ronca, respira pela bocaPalato estreito, mordida cruzada, ligação com a respiração
Perdeu um dente de leite cedo demais (queda ou cárie)Perda de espaço para o dente permanente que vem depois
Dentes de cima “por dentro” dos de baixo ao morderMordida cruzada, necessidade de expandir enquanto há crescimento
Dificuldade para mastigar ou falar certos sonsPosição da língua, formato do céu da boca, oclusão
Queixo muito avançado ou muito recuadoDiferença de crescimento entre maxila e mandíbula

A respiração pela boca merece um parágrafo à parte, porque é comum e passa batido. Estudos brasileiros mostram que ela anda de mãos dadas com problemas de mordida. 

Num levantamento com crianças de 7 a 11 anos, 29,2% respiravam pela boca; entre pré-escolares, o número chegou a 66,7%, com quase metade apresentando má oclusão. Aquela criança que vive de boca entreaberta e acorda cansada pode estar sinalizando algo que o ortodontista sabe ler.

Por que julho virou o mês da ortodontia infantil

Talvez você tenha visto laços laranja circulando em julho. É o Julho Laranja, a campanha nacional de conscientização sobre ortodontia preventiva na infância. 

Em 2026 ela deixou de ser só uma iniciativa de dentistas e virou lei: o presidente sancionou a Lei nº 15.424/2026, publicada no Diário Oficial em junho, que coloca a data no calendário oficial do país e recomenda avaliação ortodôntica anual para crianças de 6 a 12 anos.

O mês de julho não foi escolhido à toa. A campanha nasceu apoiada numa observação simples: é nas férias escolares que as famílias brasileiras mais procuram a ortodontia infantil. 

Criança fora da escola, agenda dos pais um pouco mais livre, tempo para marcar sem correria. Em Florianópolis, onde julho é mês de recesso e muita gente organiza a rotina em torno das férias, essa lógica cai como uma luva.

O tamanho do problema explica por que uma lei federal entrou em cena. A má oclusão é a terceira condição bucal mais comum entre brasileiros, atrás só de cárie e doença na gengiva.

E cerca de 21% das crianças de 12 anos têm má oclusão severa ou incapacitante, segundo o levantamento nacional de saúde bucal do Ministério da Saúde. Não é um detalhe estético isolado. Mexe com respiração, sono, fala e com a forma como a criança se sente no espelho.

O que acontece na primeira avaliação

A primeira consulta da criança com o ortodontista costuma ser tranquila, e essa parte importa mais do que parece. O ortodontista examina os dentes, a mordida e o jeito como os maxilares estão crescendo. Em muitos  casos torna-se necessário solicitar uma radiografia para ver o que ainda está por baixo da gengiva. Assim, o ortodontista conversa com os pais, explica o que encontrou e diz se é hora de agir ou de acompanhar.

Para muitas crianças, essa visita tem um bônus silencioso: familiarizar-se com o consultório sem dor e sem pressa reduz o medo de dentista lá na frente. Uma criança que conhece o ambiente cedo tende a encarar tratamentos futuros com menos ansiedade. 

Na Thiesen, esse acolhimento é levado a sério, inclusive com recursos como a sedação consciente com óxido nitroso para quem precisa de um empurrãozinho extra de tranquilidade, e um olhar atento a crianças neurodivergentes, que muitas vezes só precisam de um ritmo diferente para se sentirem seguras.

Marque a avaliação do seu filho nas férias

Se seu filho tem entre 5 e 11 anos e nunca passou por um ortodontista, julho e agosto são a melhor época para resolver isso. A agenda das férias abre espaço, o tema está em alta com o Julho Laranja, e a avaliação precoce é o que garante que um eventual problema seja tratado no momento mais fácil. 

Agende a avaliação ortodôntica do seu filho na Thiesen Odontologia e comece com segurança, sem compromisso de tratamento e sem susto.

Cuidar cedo do sorriso de uma criança não é adiantar preocupação. É o contrário: é resolver enquanto ainda é simples, e poupar a família de tratamentos longos mais tarde. A primeira consulta ortodontista criança, na idade certa, muitas vezes termina com a melhor notícia possível, que está tudo bem e é só acompanhar. 

E quando não está, você descobriu no momento em que dava para agir com leveza. Seu filho já fez essa visita?

Perguntas frequentes

Com que idade meu filho deve ir ao ortodontista pela primeira vez? A referência internacional da Associação Americana de Ortodontia é até os 7 anos. No Brasil, a maioria dos profissionais e a nova lei do Julho Laranja trabalham a faixa dos 6 aos 12 anos. Se você notar algo fora do lugar antes disso, não precisa esperar.

Ir ao ortodontista cedo significa colocar aparelho na hora? Não. Na maioria dos casos a primeira consulta resulta apenas em acompanhamento do crescimento. Quando há tratamento, ele costuma começar mais tarde, por volta dos 10 -12 anos.

Meu filho respira pela boca. Isso tem a ver com ortodontia? Tem. A respiração pela boca aparece muito associada a problemas de mordida em estudos brasileiros e pode afetar o crescimento da face e do céu da boca. É um dos sinais que mais justificam uma avaliação.

O que é o Julho Laranja? É a campanha nacional de conscientização sobre ortodontia infantil, oficializada pela Lei nº 15.424/2026. Julho foi escolhido porque as férias escolares facilitam levar a criança ao consultório.

Quão comum é má oclusão em crianças brasileiras? Muito comum. É a terceira condição bucal mais prevalente no país, e cerca de 21% das crianças de 12 anos têm má oclusão severa ou incapacitante, segundo o Ministério da Saúde.

E se meu filho tiver medo ou for neurodivergente? A consulta precoce ajuda justamente a familiarizar a criança com o ambiente e reduzir o medo. Recursos como sedação consciente e um atendimento em ritmo respeitoso fazem diferença para que ela se sinta segura.

Conteúdo revisado pelo Dr. Guilherme Thiesen, cirurgião-dentista CRO-SC 6117, Pós-Doutor em Ortodontia, Mestre e Doutor em Odontologia, certificado pelo Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO), Diretor Técnico da Thiesen Odontologia, professor e palestrante Invisalign Faculty e Top Doctor Diamond.

Pesquisar

Categoria

ArtigosDepoimentosHarmonização OrofacialImprensaInvisalignLaserterapiaOdontopediatriaPróteses e implantesSaúde bucalSorriso e autoestima
Imagem de fundo - rodapé
Logo Thiesen Odontologia

Nossos tratamentos são elaborados de maneira individualizada visando promover os melhores resultados para cada paciente.

Clínica Equipe Serviços Blog
Geral Política de Privacidade Siga-nos
Fale conosco 48 3024.2008 / 48 99967.2008 contato@thiesenodontologia.com.br
Avenida Madre Benvenuta, 1285 • Santa Monica 88035-000 Florianópolis - SC - Brasil
Thiesen Odontologia © Todos os direitos reservados
Desenvolvido e otimizado por WEBi